
Doe em minha carne crua
uma dor sem remetente
da qual desconheço o motivo
Só sei desta sociedade pútrida
que destruiu meus sonhos e ideias
que engoliu meu eu e meus olhos.
Hoje só me lembro do anjo bendito
que cravou em minha lápide triste epitáfio:
''Na vida eu nunca me dei por vencido
e foda-se o mundo e essa maldita sociedade
que santifica demônios e satiriza deuses.''
Escrito em um momento de raiva, precisamente as 03:11 am de 27 de janeiro de 2011
PS: Peço como autor consciente perdão pelo palavrão colocado neste poema,mas eu não encontrei nenhuma palavra que refletisse mais meus sentimentos do que essa.
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